Hugh Jackman – O cara da vez

Caçula de cinco irmãos e filho de pais ingleses, Hugh Jackman nasceu na cidade de Sidney, Austrália. Após se formar em jornalismo, ingressou na Western Australia Academy of Performing Arts, onde estudou atuação. Logo que se formou, Jackson recebeu um convite para trabalhar na popular série de TV australiana Correlli, onde conheceu sua futura esposa Deborra-Lee Furness. Após alcançar reconhecimento na TV e no teatro, Jackman estrelou seu primeiro longa-metragem, a comédia romântica Paperback Hero (1999).

Dois anos depois, Jackman foi convidado para substituir Dougray Scott no papel que marcaria sua carreira para sempre. Ele mergulhou no universo dos quadrinhos Marvel e se tornou o intérprete de Wolverine em X-Men – O Filme (2000), onde contracenou com Ian McKellen, Patrick Stewart, Famke Janssen e Halle Berry. A partir daí, Jackman viria a reprisar este personagem tão marcante em diversas ocasiões, como em X-Men 2 (2003), X-Men – O Confronto Final (2006), X-Men Origens: Wolverine (2009), X-Men: Primeira Classe (2011), Wolverine: Imortal (2013) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014). Muitos filmes da série foram um sucesso de público, tendo a bilheteria acumulada de mais de US$ 2 milhões.

Após a primeira aparição como o mutante das garras de adamantium, Jackman se aventurou em outros gêneros, como a comédia romântica (Kate & Leopold, de 2001) e o suspense policial (A Senha: Swordfish, também de 2001).

Em 2004, o ator ganhou o papel-título no filme de ação de alto orçamento Van Helsing. A produção foi um fracasso de crítica e de público. Porém, isso não comprometeu o prestígio que Jackman viria a receber no mesmo ano por seu trabalho na Broadway, no musical “The Boy From Oz”. Ele recebeu o Tony Award de Melhor Ator em um Musical, um dos maiores prêmios do teatro americano.

Em 2006, Jackman teve um ano de muito trabalho, afinal foram nada mais, nada menos do que seis produções com o ator lançados nas telonas. Entre os destaques do ano estão sua colaboração com o diretor Christopher Nolan no misterioso O Grande Truque, em que o ator interpretou um mágico que rivalizava com outro ilusionista rival, interpretado por Christian Bale; a comédia Scoop: O Grande Furo, dirigida pelo cultuado Woody Allen e o drama místico Fonte da Vida, de Darren Aronofsky.

Nos anos seguintes, Jackman participou de diversas produções, como Austrália (2008) e Gigantes de Aço (2011), até que mais um papel marcante foi parar em suas mãos: Jean Valjean em Os Miseráveis, adaptação para os cinemas do musical baseado na obra máxima do escritor francês Victor Hugo. Sua interpretação (e sua voz) renderam uma indicação ao Oscar de Melhor Ator e um prêmio de Melhor Ator – Musical ou Comédia no Globo de Ouro 2013.

Em 2017 foi o protagonista em Logan que já é considerado um marco no universo das adaptações cinematográficas dos quadrinhos. Repleto de simbolismos, o longa de James Mangold opõe passado e presente, juventude e velhice, saudosismo e novidade para fazer a passagem de bastão do icônico Wolverine (Hugh Jackman) para a nova geração de Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen). Depois de 17 anos – e nove vezes no papel –, o filme é a despedida que Jackman anunciou.

Com uma estréia impactante em dezembro de 2017, o musical O Rei do Show traz Hugh Jackman no papel de P.T. Barnum, o empresário que revolucionou o mundo do espetáculo ao privilegiar apresentações com anões, gigantes, mulheres barbadas e outras pessoas diferentes da norma. ‘O Rei do Show’ é um potente e original musical que celebra o nascimento do show business e o sentimento maravilhoso de quando sonhos se realizam. Inspirado pelo ambicioso e imaginativo P. T. Barnum, o filme conta a história do visionário que criou o hipnotizante espetáculo que se tornou uma sensação mundial.

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